Para quem nunca coube nos moldes: a arte como caminho de volta a si mesmo.
Sou psicólogo e atendo adultos e adolescentes que sempre se sentiram fora do lugar: neurodivergentes (altas habilidades, autismo), criativos e pessoas LGBTQIA+. Trabalho na abordagem do psicodrama, online e presencial na Vila Mariana (São Paulo). Aqui o seu lado esquisito não se esconde: ele sobe no palco.
Uso a arte para transformar suas dores em vontade de viver.
Quem responde a mensagem sou eu mesmo, o Caio. Sem secretária e sem robô. Atendimento online e presencial (Vila Mariana, SP). Sigilo garantido.
Talvez você sempre tenha sentido que está no palco fazendo uma peça que não escolheu.
Se alguma destas cenas é familiar, você não está no lugar errado. Só nunca tinha encontrado o seu palco.
Você aprendeu cedo a ensaiar um personagem aceitável: medir o tom, copiar o jeito dos outros, esconder o que em você parecia demais. E hoje está exausto de manter a máscara de pé.
Sua cabeça corre rápido, faz mil conexões ao mesmo tempo, e parece que ninguém consegue acompanhar nem o ritmo nem o assunto.
Você vive no automático, cumprindo o roteiro do dia como quem tica uma lista de tarefas, sem sentir quase nada, longe daquilo que de fato te faz ser você.
Desde sempre você foi o esquisito da sala, da turma, da família. E carregou isso como se fosse um defeito.
A solidão de quem procurou a vida inteira um lugar de pertencimento e nunca encontrou o seu, nem entre os que deveriam ser os seus.
E se, em vez de gastar sua energia escondendo esse lado, você o colocasse no centro do palco?
Descobrir um novo personagem: você.
O cuidado aqui não é te consertar, é devolver protagonismo ao seu Ser. Estes são alguns dos movimentos que a gente pode construir juntos, no seu tempo:
- i.
Sair do automático e voltar a sentir o corpo, a respiração e o presente, em vez de viver de longe a própria vida.
- ii.
Transformar a sua esquisitice em força, deixando de gastar energia para escondê-la dos outros.
- iii.
Enxergar os papéis que você vive sem perceber (em casa, no trabalho, nos afetos) e escolher quais ainda quer interpretar.
- iv.
Usar a arte e a cena para dizer aquilo que as palavras travam na garganta.
- v.
Ocupar o seu lugar nas suas relações sem pedir licença e sem se desculpar por existir.
- vi.
Se reconhecer e ser reconhecido por inteiro: o que o psicodrama chama de Encontro.
Ninguém sobe sozinho no palco. Eu subo com você.
Agendar minha primeira conversaComo a gente começa a montar essa peça.
Sem mistério e sem formulário gigante. É mais simples do que parece quando a gente fica remoendo sozinho.
Você me chama no WhatsApp.
E aí? Bora conversar? É só um "oi", sem precisar explicar tudo de cara.
A gente bate um papo rápido.
Entendo o que te trouxe até aqui e tiro suas dúvidas, sem pressa e sem compromisso de continuar. Se já quiser, no mesmo papo a gente já marca a primeira sessão.
Marcamos a primeira sessão.
Online ou presencial no meu espaço na Vila Mariana, em São Paulo: você escolhe o que for melhor pra você.
Começamos no seu ritmo.
Sem fórmula pronta, sem performance, sem ter que ser de um jeito só pra caber. O palco é seu, eu só dirijo a cena com você.
Online de qualquer lugar do Brasil ou presencial na Vila Mariana. Aqui você não fica preso a uma única opção.
Não caber nos moldes não é defeito de fabricação.
Boa parte do sofrimento de quem nunca se encaixou não vem de algo quebrado por dentro. Vem do esforço gigante de representar, todo dia, um personagem que nunca foi seu. Mascarar cansa, isola e afasta você do próprio Ser.
No psicodrama, existe uma tensão entre os automatismos (os papéis que a vida nos obrigou a decorar) e a espontaneidade (a sua forma viva e autêntica de existir). Cuidar não é te enquadrar num modelo de normalidade: é devolver autoria e espontaneidade ao seu Ser.
Descobrir na vida adulta que você é autista (TEA nível 1) ou tem altas habilidades, ou viver sua identidade e seus afetos como pessoa LGBTQIA+, não são questões a corrigir. São questões de pertencimento, de encontrar onde e com quem você finalmente cabe. E pertencimento se constrói no Encontro, nunca sozinho no palco.
14 anos de atendimento · Graduação em Psicologia (IP-USP) · Gender Group IPq/USP · Trabalho na abordagem do psicodrama
Oi, eu sou o Caio.
Tem gente que tem religião. A minha se chama Encontro: ninguém sobe sozinho no palco. Nasci respirando pensamento clínico, filho de mãe psicodramatista e pai professor de medicina, e o que me move é ver o lado esquisito das pessoas virar força.
Me formei em Psicologia no IP-USP e estudei psicanálise por anos com a Profa. Livre-Docente Marlene Guirado. Entre 2018 e 2022 fiz parte do Gender Group do IPq/USP: não é linha de currículo, é compromisso real com quem é LGBTQIA+ e cansou de ter que explicar quem é ao próprio terapeuta antes de conseguir falar de si.
Aqui você é o protagonista, eu sou o diretor. A gente monta essa peça junto, usando o psicodrama pra libertar o seu Ser dos automatismos e a arte pra transformar dor em vontade de viver. Sem julgamento e sem te encaixar em forma nenhuma.
Você pode esperar um espaço onde a sua esquisitice é bem-vinda, não apenas tolerada, e onde não precisa fingir nada. Se sempre se sentiu fora do lugar, talvez seja aqui que a gente comece a montar o seu. Bora?
Agendar minha primeira conversaAntes de começar, algumas dúvidas.
Seu lado esquisito merece protagonismo.
Você passou tempo demais escondido nos bastidores. Que tal subir nesse palco com alguém que dirige a cena junto com você?
Sem compromisso de continuar. No seu tempo.
Online de qualquer lugar, presencial na Vila Mariana.
Rua Paulo Virgínio, 10 · Vila Mariana · São Paulo, SP
Atendo online no Brasil todo e presencialmente no meu espaço na Vila Mariana.
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